terça-feira, 20 de março de 2012

Pelas Internetes Encontrei #02


Fala aí galera marota, tudo em cima? Então, ontem, depois de trabalhar bastante, estava vagando pelo facebook e ví um flyer anunciando um show de uma produtora local aqui de BH. A arte do flyer me chamou atenção, e no post de divulgação dizia quem era o artista. Quando fui ver, descobri que o carinha era o Paulo Rocker, vocalista de uma das bandas brazucas que mais gosto, os Gramofocas! Fiquei bem surpreso, e não me contive em correr pro deviantart do cara!


Oops! - por Paulo Rocker
El Santa - por Paulo Rocker 





















O traço dele segue bem uma linha meio pinup com pegadas de terror e rock 50/60's.  Pelo visto ele tem a parada com desenhar beldades maravilhosas com membros decepados e etc!
Quem quiser conferir o trabalho na intergra, pode ir no http://paulorocker.deviantart.com/ e quem quiser conferir o som dos Gramofocas http://www.myspace.com/osgramofocas 


Outro cara que queria citar aqui, é o Dayne Henry Jr. Que eu 'conheci' há uns meses atras no Behance, onde me deparei com um traço bem resolvido e uma boa adaptação do estilo para o design gráfico. Isso gerou uma identificação, pois a "vida inteira" fui ilustrador, e agora atuando no mercado de design, me deparei com o desafio de casar a ilustração e o design. 


Black Book Sessions 8 - Por Dayne Henry Jr.
5DA2 - 3 Strangely Odd Broad - Por Dayne Henry Jr.




















E o cara faz isso de modo fluido. Dá pra ver tambem, no traço, uma pegada de quadrinhos, animes, e um pouco de arte urbana e grafite. Bem, como eu posso estar apenas cagando regras, segue abaixo os links do cara! 



http://romidion.deviantart.com/
http://romidion.blogspot.com.br/
http://www.behance.net/DayneHenry





Bem por hoje é isso aí, deixem seus comentários abaixo, e curta a fanpage no canto superior direito! Abraços! 

segunda-feira, 19 de março de 2012

Limbo acadêmico, Falsa dicotomia, O fantástico mundo de Clarion

Fala marotÍssimos, sentiram minha falta? Espero que não sim! Como alguns sabem, final do ano passado, terminei o ultimo período do curso de design gráfico pelo UNIBH. Porém, quando me perguntam, não sei dizer se estou ou não formado, pois estou, neste semestre, pagando 2 matérias. O que complica um pouco, pois, se eu digo que sou formado, as pessoas questionariam, pois eu ainda frequento a faculdade [mesmo que em 3 dias da semana]. Se eu digo então, que não estou formado, a pessoa perguntará em que período estou, e eu, por minha vez, teria que dizer algo do tipo: "... Er bem, é que já terminei, mas estou pagando uma matéria do primeiro e uma do terceiro." Deu pra sacar a dificuldade? Entre as duas opções, prefiro dizer que sou formado, caso questionado, mas ainda assim, opto pela opção não citada de ficar quieto [desculpem a falsa dicotomia]. Essa sensação de não saber dizer em que situação você está em relação à sua faculdade, eu batizei de limbo acadêmico, sabe, pois você está meio que flutuando entre estágios e períodos. O que é terrível.
Por falar em falácias [falsa dicotomia], eu encontrei recentemente no youtube, o canal O Fantástico Mundo de Clarion, onde, dentre outras coisas, o cara fez uma série de vídeos sobre falácias. Se você não sabe o que vem a ser uma falácia, você já tem que começar por este vídeo:



Ele é o primeiro da série, e fala sobre o Ad Hominen, que é onde a pessoa, numa discussão, abandona totalmente a argumentação e parte para a premissa de agredir verbalmente a pessoa com quem se está discutindo. Vale a pena assistir, e inscrever no canal dele, porque o cara tem bons vídeos.

Bom, por hoje é só, pessoal, comentem aí o que acharam e deem o like no canto superior esquerdo! Abraços!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

PIPA, SOPA e PARALELEPÍPEDOS


Fala, galera! VOLTEI! Andei sumido e tals por motivos de trabalho, mas como sempre falo, vou voltar a posar aqui e blá blá blá, risos...
Ultimamente, em vista dos acontecimentos recentes (PIPA, SOPA, PARALELEPÍPEDO...Não isso não!), observei que todo se tornou comunistinha e moralista nas redes sociais. Tudo bem que isso sempre rolou, mas agora a porra ficou séria sabe! Ninguem vai tirar 'nossas internetes' da gente!
Um exemplo: ontem tava todo mundo curtindo o meme da luiza e agora, porque o reporter do SBT falou que 'estamos menos inteligentes', todo mundo vai na onda, compartilhando o vídeo e dizendo coisas como:
"É o Brasil, o brasileiro é isso, o brasileiro é aquilo..." Se liga no vídeo:



Será que é pedir demais um pouquinho de coerência? Eu por exemplo, de fato não assisto BBB, mas é porque não me interesso mesmo, e nas horas de ver tv, prefiro ver desenhos (me julguem). Mas também, não vejo mal nenhum em assistir o BBB, ou qualquer merda que quiserem. Não existe essa de: 'não vejo porque é pra intelectos nível 2 pra baixo...' (papinho de brainac ou Lex Luthor ahahah). Enfim, o que quero dizer é 'se quer assistir, assista; se não quer, fica quieto. Porque nego contra costuma fazer mais barulho que os que assistem!
Quando às leis PIPA e SOPA, parem de pagar de Anonymous e, se quiserem fazer a revolução, comprem uma passagem e vai pra porta do senado gringo protestar. Ficar pagando de revoltinha no sofá não adianta e ainda lhe afasta os amigos!
Quero ver todo mundo comentando hein, menos a Luíza que está no Canadá...

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

No iPod #2 - Barrabás D.C. - Barrabás Depois De Cristo

Fala, pessoal, tudo em cima? Na sessão No Ipod de hoje, vou dar minha opinião marota sobre o novo álbum da banda mineira Barrabás D.C. - Barrabás Depois De Cristo.


Apesar de conhecer a pouquíssimo tempo, a Barrabás conseguiu me surpreender com o novo cd. A começar pelo projeto gráfico do cd. Produzido pelo meu brother Douglas Phillipi - que também é o responsável pelos vocais destruidores, o projeto gráfico conta com uma logo bem bolada, e com conceitos muito bem arraizados na ideia original do nome. 


Barrabás D.C.
Já de inicio na faixa um já temos um tapa na cara, que é a música Manifesto, onde temos um 'riff matador' e uma chamada no gutural que tenho certeza que ta travando muito metaleiro por aí (risos). As musicas contam com pedais cravadíssimos, e as guitarras muito bem sincronizadas. A sacada de terem letras em português ajudam na assimilação das letras com os ideias da banda - letras essas, com críticas bem observadas à sociedade e ao dia a dia conteporãneo. 


Foto por Paulo Viana
Em sua bio, a banda se define assim: 
"Com intuito de unir amizade com a oportunidade de fazer música pesada, a banda Barrabás d.C em meados de 2003 inicia suas atividades, sem muitas pretensões além da busca por uma sonoridade agressiva em torno do fiel Metal e suas vertentes.
Atualmente o grupo defende uma visão compromissada com a qualidade e técnica musical, priorizando a liberdade do ser humano na escolha do seu caráter e respeito ao próximo. Isso expressado com letras em português, valorizando nossas origens brasileiras com teor social urbano
."


Bom, em vista disso, nem precisa dizer mais nada né, pessoal?  Eu sou suspeito para falar, mas considero o album recomendadíssimo para todos fãs do bom e tradicional metal. 


A Barrabás D.C. é composta por: 


Douglas Phillipi - vocais
Irineu Júnior - guitarras
Moisés Alves - guitarras
Paulo Viana - contrabaixo
Danilo Vilarino - bateria


Links:
Album Barrabás Depois De Cristo, clique aqui.
Perfil da banda no Facebook
Fanpage da banda no Facebook
Myspace
Canal Youtube
Twitter


Então é isso, pessoal. Deixem seus comentários aí em baixo, e curtam nossa pagina no facebook clicando no botão CURTIR ali no canto direito da pagina! 


Abraços

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Consuming Kids - The Comercialization of the Childhood

Bom dia, marotos. Depois de algum tempo sem postar, resolvi fazer um review de um filme não muito novo, porém muito interessante. É o documentário Consuming Kids - The Comercialization of the Childhood, que é indispensável pra quem estuda design, publicidade, jornalismo ou é entusiasta de certos assuntos.


O documentário em questão trata de um assunto há muito discutido, que é o marketing voltado para crianças. Ou seja,  ele analisa as técnicas de abordagem comercial e as estratégias publicitárias utilizadas pelas grandes corporações onde eles têm como foco direto as crianças, obtendo assim, lucros enormes.  A comercialização inclui variados tipos de produtos, envolvendo diversas técnicas – algumas vezes até mesmo desonestas – aproveitando de pontos de ingenuidade ou instigando as crianças a comprar o que não precisam.
Com base nos estudos depoimentos de membros da indústria, pais, profissionais da saúde, o filme foca no crescimento explosivo desse tipo de marketing, dando um clima de alerta para a sociedade norte-americana, pois certos brinquedos e produtos em questão, podem diminuir o esforço criativo das crianças; os fast-foods incentivam as crianças ao consumo desenfreado da alimentação de pouco valor nutritivo, comprometendo assim, sua saúde. O filme levanta questionamentos importantes sobre onde estaria a ética profissional e se há ou não a aplicação da mesma neste tipo de estratégia comercial.
Muitos o consideram indispensável para quem tem crianças e pretende educa-las bem. O filme é de 2008 e foi dirigido por  Adriana Barbaro e Jeremy Earp.

Por sorte encontrei no youtube o filme completo, então, quem quiser conferir essa obra, segue aí em baixo:



Então é isso, espero que tenham gostado do review. Deixem seus feedbacks nos comentários, e não esqueça de curtir o marotíssimo no facebook. Abarços!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO CRIATIVO

Você sabe o que é e como funciona o processo criativo?

Segue um texto que fiz para um trabalho acadêmico, e que achei interessante compartilhar com vocês 
O DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO CRIATIVO
Desde o inicio, quando decidimos nos tornar Designers, é onde se pode caracterizar como o começo do processo criativo.  Afinal, desde esse momento, tudo o que você vê, lê, escuta e interage, serve como combustível para sua bagagem cultural e, conseqüentemente alimenta sua inteligência visual, ajudando em seu desenvolvimento como profissional.   Pode-se facilmente dizer, que o mercado de Design poderia se comparar à um time de rugby – onde cada tipo de pessoa, seja ela gordinha, forte, ágil,  magra, e etc.; tenha o seu devido espaço e lugar. Ou seja, no mercado de Design, praticamente qualquer profissional, com suas particularidades técnicas, tem seu lugar.
Sendo assim, partindo do princípio de que o talento seja um tipo de dom, você  precisaria, com isto, fundamentalmente de, dedicação, amor  e uma certa industriosidade – sendo esses três aspectos indispensáveis para a área. Deve-se questionar tudo que lhe for proposto, caso contrário, pode acabar sendo submisso e passivo em relação à seu trabalho e na forma que isso reflete no mercado. Desenvolvendo estes pontos, você virá a adquirir um estilo para seu trabalho, onde você estará, inconscientemente, refletindo suas virtudes e qualidades humanísticas, através de suas peças. Esse estilo, ou ‘voz’ como muitos chamam, se adquiri com, basicamente, três elementos principais:
  • Primeiramente, você precisa desenvolver uma compreensão clara e informada do que é bom, e do que realmente vale a pena. Sendo que essa compreensão não precisa ser necessariamente um credo rígido, podendo assim, ser filosófico ou meramente estético; ou até mesmo um misto dos dois.
  • Em segundo lugar cabe o quesito personalidade. Deve haver uma confiança em seus instintos criativos, mesmo havendo dúvida.
  • Em terceiro, vem a consciência cultural, ou seja, toda a influencia que a musica, moda, tendências em geral; têm sobre você.
Outro ponto importante à ser observado é a questão da originalidade. Enquanto muitos designers nem se preocupam com essa questão; outros são obcecados por ela, sendo que muita das vezes, a busca ‘ilusória’ da originalidade, traz alguns problemas. Não podemos nos iludir, achando que a originalidade no dia a dia do designer contemporâneo é possível, pois, tecnicamente, o designer, hoje em dia, se prende em uma matriz paradigmática interconectada e possuem certa sensibilidade compartilhada. O mais próximo que podemos chegar de uma originalidade plena, por assim dizer, seria o que chamamos anteriormente de ‘voz’ ou estilo.  Que acaba se tornando a impressão digital do designer.  
A esse respeito, o autor citou: “ Não acredito na originalidade como algo absoluto. Acho que tem mais a ver com interessantes viradas nas formas existentes. Tomar emprestado dos designers modernistas do passado recente, por exemplo, não é plágio; é mais uma continuação dos processos e idéias que eles colocaram em movimento. Sou influenciado pela arte dos pôsteres polonesa dos anos 1960, que foi influenciada pela pop art e pelo surrealismo, que, por sua vez , se apropriou livremente da arte comercial, da arte das revistas em quadrinhos cinema e gravuras vitorianas, etc. Acho que a chave para saber se é bom  ou não esta na resposta de quem olha para um design. Eles dizem ‘Eu vi isso antes’ ou ‘Eu vi isso antes, mas não desse jeito’.
Ou seja, deixar que coisas influenciem em seu trabalho é uma maneira de expandir seu leque de expressão.  O designer tende a procurar sempre agregar novos conceitos ou novas formas de expressão em seu trabalho, geralmente fugindo do design contemporâneo. Sendo que, ignorar influencias, por causa pela ‘neura’ da “originalidade”  é um erro.  A grande sacada é reconhecer seu débito para com suas fontes, afinal, quem copia, nunca revela suas fontes; os talentosos sempre o fazem.
 

Os três princípios do processo criativo: Atenção, Fuga e Movimento http://criatividadeaplicada.com

O BRIEFING
Todo processo de trabalho do designer começa com o briefing, que por sua vez, pode ser verbal, escrito, e as vezes, pode não vir a ser nem uma coisa nem outra.   Em geral, os briefings de design do mercado comercial, são de má qualidade e algumas vezes pouco promissores. Sendo que quando se pega esse tipo de material de baixa qualidade, tem-se de transformá-lo em um bom briefing – o que nem sempre é possível.  A forma como você lida com as dificuldades para com o briefing e com as imperfeições do briefing é que determinarão seu grau de sucesso.
Existia um estratagema dramático, muito utilizado por Alfred Hitchcock, chamado MCGUFFIN, que por sua vez, não tinha lá uma diferença real na trama, mas, era um ponto, onde havia uma grande sacada, ou um plot twist, que mudaria toda a trama. Sendo assim, nos briefings, existem esses chamados Mcguffins onde devemos achar os pontos de grande importância, que estariam ‘escondidos’ no meio do briefing e compreendê-los melhor.  Cada briefing tem seu Mcguffin e o papel do designer é descobri-lo. Algumas vezes, ele vem isolado pelo cliente, de forma que não é necessário procurar. Mas em uma grande maioria de vezes, ele vem escondido e temos que procurá-lo.


Este artigo eu desenvolvi com base no livro 'COMO SER UM DESIGNER GRÁFICO SEM VENDER SUA ALMA'  de ADRIAN SHAUGHNESSY, que eu recomendo. 


Bom  por hoje é isso, postem ae suas dúvidas, e ou criticas, e em breve posto mais textos sobre o assunto [que eu adoro rs] 

domingo, 23 de outubro de 2011

A Grande Volta, A Batalha do Apocalipse, Praticamente Inofensiva

Eduardo Sphor - Autor de A Batalha do Apocalipse
























Faaaala marotissimos, tudo em cima? Entao, certamente vocês já devem estar prevendo: "lá vem o massai com mais um 'andei sumido e mimimi...', mas é bem por aí mesmo. Mas isso esta mudando porque em breve terei uma novidade, que e a estréia do novo integrante da família marotissimo (?)

Como geral já notou, já estamos em outubro, e só agora reparei que o famigerado marotissimo completou 1 ANO (maoeee)... Isso me deixa bem intrigado, pois nunca fui muito de conseguir levar adiante esse tipo de projeto/hobbie por muito tempo. Ainda mais um projeto taaao lucrativo como um blog amador (riso).

Nesse mês de setembro que passou, entre muita coisa que fiz, eu, mesmo com meu alto nível de procrastinação, consegui ler 2 livros (isso mesmo!!! DOIS LIVROS INTEIROS! ~mas nao ligue ainda....~). O primeiro, foi a aclamada ficção de Eduardo Spohr, A Batalha do Apocalipse. O livro e realmente muito bom, de forma que realmente fico me perguntando porque demorei tanto para pegar para ler, pois faz aproximadamente dois ou tres anos que vejo o jovem nerd anunciar o livro mas nunca tive o GRANDE interesse em compra-lo. Basicamente, a história, como o nome sugere, fala de apocalipse. Mas relata esse tema de uma forma inusitada. O armagedom em questão e contato pelo ponto de vista dos celestes. Ou seja, a trama conta o drama de um anjo renegado em altas confusões com essa galerinha endiabrada! (desculpa, nao me contive, risos). O universo, APELIDOSAMENTE CARINHADO de SPOHRVERSO já conta com um novo título - FILHOS DO ÉDEN. que por sua vez, nao se trata de uma continuação, mas, de uma nova serie que, segundo o autor, será de 2 a 4 livros (leia-se tres).  Com isso, recomendo mesmo a aquisição, pq vale a pena.



O outro livro que li, foi PRATICAMENTE INOFENSIVA - de DOUGLAS ADAMS. Muitos fãs consideram-o como o quinto livro da serie do guia do mochileiro, mas outros já acreditam de tratar de um título independente, pois este so veio a ser lançado em 92. A trama relata aquela bagunça de quem já esta habituado ao universo do guia, onde Ford Prefect, Arthur Dent, e Trillian conseguem mais uma vez dar nós (nozes...) em nossas cabeças com muuuita viagem no tempo, robos com sentimentos a flor da pele, e no final, um combo de explosões cerebrais, pra nenhum Kenndy botar defeito... (trocadalho do carilho). O lado bom e que, Adams conseguiu encerrar a trilogia de cinco livros (?) like a boss. Porém o lado ruim e pensar que nao temos mais um mestre como esse pra nos presentear com mais obras como essa. Humor inglês, like a pyton, bem construído, com sacadas geniais que valorizam e recompensam os intelectos mais treinados nesse tipo de humor doente. (voce se sente orgulhoso por ter uma bagagem cultural taao mongol, que lhe permitiu entender as piadas em questão). Resumindo: vale a pena total ler os 5 livros, pq poucas obras conseguem zombar tanto da física, dos humanos e com isso nos fazer lembrar que somos praticamente inofensivos.





E não pense que meu setembro foi ocioso o suficiente pra eu conseguir ler esses livros. Chama-se Trânsito de BH hahahaah.